domingo, 30 de outubro de 2011

Inger Stevens

Inger Stansland (mais tarde Inger Stevens), atriz, nasceu em Estocolmo, Suécia, em 18/10/1934, e faleceu em Hollywood, Califórnia, EUA, em 30/04/1970. Inger era uma criança insegura e sempre doente. Seus pais se divorciaram quando ela vivia ainda na Suécia e quando completou nove anos de idade, se mudou com seu pai para Nova York.

Quando tinha treze anos, eles se mudaram para Manhattan, Kansas, onde frequentou o colégio. Aos 16, ela saiu de casa e começou a trabalhar em Nova York como showgirl.

Ao mesmo tempo, ela estudava no famoso Actors Studio e aparecia em comerciais, peças e TV. Finalmente, em 1957, conseguiu sua grande chance no filme "Man on Fire" ao lado de Bing Crosby.

Muitos filmes vieram em seguida, mas seu maior sucesso foi na série de TV "The Farmer's Daughter" com William Windom e também em episódios de "Bonanza", "The Alfred Hitchcock Hour", "The Eleventh Hour", "Sam Benedict" e "The Twilight Zone". Ironicamente, em alguns papéis ela interpretava protagonistas que acreditavam estar vivas quando estavam na verdade mortas.

Depois que o seriado foi cancelado em 1966, Stevens se concentrou nos filmes. Seus mais conhecidos filmes foram "A Guide for the Married Man" (1967), "Hang´em High", "5Card Stud" e "Madigan", todos em 1968. Stevens tentou voltar para a TV em 1970 com a série "The Most Deadly Game" quando faleceu.

Inger em A Guide for the Married Man, de 1967
Seu primeiro marido foi seu agente, Anthony Soglio, com quem ficou casada de 1955 a 1957. De 1961 até sua morte, ela esteve secretamente casada com Ike Jones, um diretor negro americano. Também namorou Anthony Quinn, Bing Crosby, Dean Martin, Harry Belafonte e Mario Lanza, entre outros. Também namorou Burt Reynolds, pouco antes do seu suicídio.

Stevens foi encontratada deitada com o rosto no chão de sua cozinha na manhã de 30 de Abril de 1970, tendo tomado uma overdose de Tedral (combinação de teofilina, efedrina e barbitúricos), usualmente prescrita no tratamento de problemas respiratórios como asma, enfisema e bronquite, misturada ao alcóol.

Filmografia

Man on Fire (1957)
Cry Terror! (1958)
The Buccaneer (1958)
The World, the Flesh and the Devil (1959)
The New Interns (1964)
The Borgia Stick (1967, TV)
A Guide for the Married Man (1967)
A Time for Killing (1967)
Firecreek (1968)
Madigan (1968)
5 Card Stud (1968)
Hang 'Em High (1968)
House of Cards (1968)
A Dream of Kings (1969)

Televisão

Kraft Television Theatre (1 episode, 1954)
Robert Montgomery Presents (1 episode, 1955)
Studio One (3 episodes, 1954–55)
Crunch and Des (1 episode, 1956)
Matinee Theatre (1 episode, 1956)
Crusader as Alicia in "The Girl Across the Hall" (CBS, 1956)
Conflict (1 episode, 1956)
The Joseph Cotten Show, or On Trial (1 episode, 1956)
The Millionaire (1 episode, 1956)
Alfred Hitchcock Presents (1 episode, 1957)
Climax! (1 episode, 1957)
Playhouse 90 (2 episodes, 1956–59)
Bonanza (1 episode, 1959)
Sunday Showcase (1 episode, 1959)
Dick Powell's Zane Grey Theater (1 episode, 1960)
Moment of Fear (1 episode, 1960)
Checkmate (1 episode, 1960)
Hong Kong (1 episode, 1960)
The Twilight Zone (2 episodes, 1960)
The DuPont Show of the Month (1 episode, 1961)
Adventures in Paradise (1 episode, 1961)
The Aquanauts (1 episode, 1961)
The Detectives (1 episode, 1961)
Route 66 (2 episodes, 1960–61)
Follow the Sun (2 episodes, 1961)
The Eleventh Hour (1 episode, 1962)
Sam Benedict (1 episode, 1962)
Your First Impression (As herself, 1963)
The Alfred Hitchcock Hour (1 episode, 1963)
The Nurses (1 episode, 1963)
The Dick Powell Show (2 episodes, 1962–63)
Empire (1 episode, 1963)
The Farmer's Daughter (101 episodes, 1963–66)
The Most Deadly Game (1 episode, 1970)
The Mask of Sheba (1970)
Run, Simon, Run (1970)

Fontes: Wikipedia; As Mais Belas Atrizes do Mundo.
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Joi Lansing

Joi Lansing (Joyce Rae Brown), modelo, cantora de  boate e atriz de cinema e televisão, nasceu em Salt Lake City, Utah, EUA, em 06/04/1929, e faleceu em Santa Monica, California, EUA, em 07/08/1972. Filha de  Jack Glenn Brown, um vendedor de sapatos, e de Grace Virginia Brown, uma dona de casa. Ela viria a ser conhecida, também, como Joyce Wassmansdorff, que era o sobrenome de seu padrasto.

Por causa de sua boa aparência, ela estreou na carreira de modelo, adolescente ainda, e foi extremamente bem sucedida ao longo de 1940. Era natural que seus dotes físicos a levassem para a silver screen.

A carreira cinematográfica de Lansing teve início em 1948, onde fez papel de modelo em "The Counterfeiters" (1948), "Travessuras de Julia" (1948) e "Desfile de Páscoa" (1948). Estava com apenas 20 anos. Sua atuação não era exatamente perfeita no início, mas os produtores não se importavam - ela havia sido contratada por causa de sua aparência e seu corpo.

Em 1952, ela desempenhou um papel não creditado no filme "Cantando na Chuva", da MGM. Ela recebeu um salário superior no filme "Hot Cars" (1956). Na seqüência de abertura do filme de de Orson Welles "A Marca da Maldade" (1958), ela aparece como Zita, a dançarina que morre no final do famoso tiroteio, durante o qual sua personagem exclama a um guarda de fronteira: "não paro de ouvir este ruído insistente dentro da minha cabeça!".

Lansing teve um pequeno papel como a namorada de um astronauta no clássico de ficção científica "Queen of Outer Space", de 1958. Durante os anos 50, ela estrelou musicais de curta-metragem para o sistema Scopitone de jukebox. Suas canções incluem "The Web of Love" e "The Silencers".

Joi Lansing faleceu em 7 de agosto de 1972, vítima de câncer nos seios.


Filmografia

The Counterfeiters (1948)
Easter Parade (1948)
Julia Misbehaves (1948)
Blondie's Secret (1948)
Take Me Out to the Ball Game (1949)
Neptune's Daughter (1949)
The Girl from Jones Beach (1949)
In the Good Old Summertime (1949)
On the Riviera (1951)
Pier 23 (1951)
FBI Girl (1951)
Two Tickets to Broadway (1951)
Singin' in the Rain (1952)
The Merry Widow (1952)
The French Line (1954)
Son of Sinbad (1955)
Finger Man (1955)
Hot Cars (1956)
Hot Shots (1956)
The Brave One (1957)
Touch of Evil (1958)
Queen of Outer Space (1958)
A Hole in the Head (1959)
It Started with a Kiss (1959)
But Not for Me (1959)
The Atomic Submarine (1959)
Who Was That Lady? (1960)
Marriage on the Rocks (1965)
Hillbillys in a Haunted House (1967)
Bigfoot (1970)

Fontes: Memorial da Fama; Wikipedia.
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Janet Leigh

Janet Leigh (Jeanette Helen Morrison), atriz, nasceu em Merced, California, em 06/07/1927, faleceu em Beverly Hills, Los Angeles, California, em 0/10/2004, e imortalizou-se no filme "Psicose" (Psycho), de 1960.

Filha única, inteligente e afoita, saltou vários anos na escola e acabou o secundário com apenas quinze anos. Um pouco solitária, passava a maior parte do seu tempo no cinema. Depois de se mudar para Stockton, na California, foi estudar música e psicologia na Universidade do Pacífico.

Janet no final dos anos 1940: o início.
Os pais trabalhavam num resort de ski, quando a ex-atriz da MGM Norma Shearer viu uma fotografia de Jeanette na recepção do resort, local de trabalho do pai. Norma levou a fotografia para os estúdios e lá, arranjaram-lhe um screen test e um primeiro papel em "The Romance of Rosy Ridge" (1947). Foi neste drama passado após a guerra civil americana, em que contracenou com Van Johnson, que o público teve pela primeira vez contato com a atriz.

Segundo se conta, foi Van Johnson que inventou o nome pelo qual Jeanette Morrison viria a ser conhecida no mundo do cinema como Janet Leigh. Esta, a início, não gostou da idéia, por ser semelhante à da atriz Vivien Leigh (do épico "E o Vento Levou").

Ainda na MGM fez "If Winter Comes" de Victor Saville, na qual desempenhava o papel de um jovem grávida de um soldado que parte para a guerra e que é acolhida por um homem casado e infeliz. "Words and Music" de, 1948 seria o seu terceiro filme: uma biografia sobre os compositores Rodgers e Hart, onde contracenava com nomes como Judy Garland, Mickey Rooney e Gene Kelly.

Foi no final dos anos 40, também uma época da transformação do Studio System, que Janet Leigh foi construindo uma imagem de menina ingênua. Com 20 anos contracena com Robert Ryan e Van Heflin em "Act of Violence" de Fred Zinemann, um melodrama sobre um ex-soldado que após a guerra tenta vingar-se de um informante de um dos campos de prisioneiros. Ainda no mesmo ano de 1948, protagoniza um dos filmes da popular cadela Lassie, "Hills of Home".

No ano seguinte, tem o seu primeiro grande sucesso, "Little Women" (no Brasil, "Quatro destinos"), de Mervyn LeRoy, adaptação da famosa novela de Louise May Alcott. Nesta obra, Janet desenvolveu uma enorme cumplicidade com as suas "irmãs" Elizabeth Taylor, June Allyson e Margaret O’Brien.

Em The "Red Danube", de George Sidney, Janet é uma bailarina russa que tem de voltar contra vontade, ao seu país após ter se estabelecido na Viena do pós-guerra. Em seguida faz "Doctor and the Girl" de Curtis Bernhardt, um drama com Glenn Ford no papel de um médico que deseja ajudar os pobres e desfavorecidos.

Baseado no romance "A Man of Property" de John Galsworthy, seu próximo filme foi "That Forsythe Woman", um drama de época com um elenco fabuloso: Errol Flynn, Greer Garson, Walter Pidgeon e ela. Os últimos filmes de 1949 são "Hollyday Affair" de Don Hartman com Robert Mitchum, sobre uma jovem viúva que se apaixona por um vendedor de brinquedos e ainda "How to Smuggle a Hernia Across the Boarder" de Jerry Lewis.

Em 1950, a atriz conhece Tony Curtis, também ele uma estrela em ascensão. Ambos começam a namorar, e nesse período a atriz abraça sobretudo comédias e musicais aproveitando o seu ar imaculado e bem disposto. Após o casamento com Curtis no ano seguinte, a sua imagem vai ganhar cores de sedução e sensualidade.

Em 1951, retoma a sua carreira com  as comédias "Strictly Dishonorable" e "Angels in the Outfield".  Em "Two Tickets to Broadway", é Nancy Peterson, uma moça do interior que vem tentar a sorte em Nova Iorque. "It’s a Big Country" é o último filme de 1951, um drama em diferentes episódios dirigido por vários realizadores.

Em 1952, Leigh faz "Just This Once", de Don Weis, uma comédia na qual a atriz faz uma advogada que tem de controlar os gastos de um milionário, protagonizado por Peter Lawford. Segue-se "Scaramouche", aventura de George Sidney no qual Stewart Granger e Mel Ferrer lutam pelo amor de uma mulher. "Fearless Fagan", de Stanley Donan, é considerado o pior filme de Janet Leigh. Neste, um leão vai criar problemas a uma jovem cantora que deseja visitar um acampamento militar.

Em seguida vem um dos melhores papéis da carreira da atriz, "The Naked Spur" (1953), de Anthony Mann, um western intenso e psicológico, James Stewart é um caçador de recompensas que tenta trazer à justiça um criminoso foragido, interpretado por Robert Ryan. Leigh desempenha o papel de filha de um assaltante de bancos, que o criminoso acolhe na sua quadrilha e que faz lembrar Stewart de uma mulher que amou.

"Confidentially Connie" é um drama sobre um pobre professor e a sua mulher que não têm dinheiro para comer carne apesar do pai dele ser dono de um importante rancho.

Mais típico dos seus filmes dos anos 50 foi "Houdini", de George Marshall no qual contracenou com o marido Tony Curtis. Foi o primeiro dos cinco filmes em que contracenaram juntos. O filme acompanha a vida do casal Houdini embora de uma forma muito estilizada à Hollywood. Segue-se "Walking My Baby Back Home", uma obra sobre músicos amadores.

O primeiro filme de 1954 é "Prince Valiant", um filme de aventura com Robert Wagner encarnando um jovem príncipe viking que ajuda o Rei Artur a lutar contra a traição em seu reino. Segue-se "Living it Up", uma comédia divertida com Jerry Lewis e Dean Martin. Ainda do mesmo ano são "The Black Shield of Falworth", o segundo trabalho com o marido num filme de aventuras sobre cavaleiros e duelos, e "Rogue Cop", um noir com Robert Taylor, sobre um detetive que vai para o lado da crime.

Em 1955, dois outros títulos menores: "Pete Kelly’s Blues", uma comédia sobre músicos de jazz que se envolvem com a máfia, e "My Sister Eileen", um musical onde Leigh contracenaria com Jack Lemmon. Em 1956 protagoniza "Safari", um filme de aventuras de Terence Young sobre um caçador, Victor Mature, que se apaixona pela mulher do seu empregado. No ano seguinte faz "Jet Pilot", o encontro de Leigh com o mestre austríaco Josef Von Sternberg. Trata-se de um filme de aventuras em que uma aviadora russa e um piloto americano, John Wayne, se perdem de amores um pelo outro.

Após anos, o público tinha de Janet a idéia de uma atriz competente mas mediana, sem grande brilho. Mas isso iria mudar com A "Marca da Maldade" (1958), de Orson Welles, um das mais famosas obras da história do cinema. É uma mulher que foi de lua de mel para o México com o seu marido, Ramon Vargas (Charlton Heston). Lá vêem-se envolvidos numa investigação de um assassinato que poderá comprometer a dignidade da polícia local. Este thriller noir modificou a imagem de Janet Leigh. É a primeira personagem da atriz cheia de carga sexual.

Psycho, 1960: a cena no chuveiro.
Antes ainda daquele que é reconhecido como o seu mais popular trabalho (Marion Crane, em "Psicose" - 1960 -, de Alfred Hitchcock), Janet viria a protagonizar ainda três filmes. São eles "The Vikings", de 1958, com Tony Curtis e Kirk Douglas, "The Perferct Furlough" (1959), de Blake Edwards, também com Curtis, e, finalmente, "Who Was That Lady?", de George Sidney com Curtis e Dean Martin.

Assim, foi sem surpresa que em 1960 Janet foi escolhida para interpretar o papel de Marion Crane no thriller "Psicose", uma adaptação de uma novela de Robert Bloch que por sua vez se baseava nas atrocidades do famoso psicopata Ed Gein.

Janet ficou sobretudo conhecida pelo seu assassinato no chuveiro, cena que a colocou instantaneamente nos anais da história do cinema. Algo que a fez nunca mais tomar duchas e tomar banho de imersão sempre de porta aberta. Por esta interpretação a atriz recebeu a única nomeação para o Oscar de melhor Atriz (coadjuvante/secundária).

Em 1962, Janet protagonizaria outra das obras que ficariam marcadas a ouro na sua carreira. Em "The Manchurian Candidate" de John Frankenheimer, contracenaria com Frank Sinatra, Laurence Harvey e Angela Lansbury. Trata-se de uma obra de ação profética, pois lidava com a lavagem cerebral por parte do exército chinês de soldados americanos para que assassinassem o candidato presidencial americano. Da ficção à realidade foi um passo, e no ano seguinte, o presidente Kennedy foi morto em Dallas. Janet acabara de se separar de Tony Curtis, e, ironicamente, na pequena cena em que a atriz protagoniza no início do filme, num bordel, há uma moça coreana que está a ler uma revista que tem Tony e Janet na capa, como feliz casal. Após 10 anos de casamento, a união com Curtis chegava ao fim. O resultado eram duas filhas: Jamie Lee Curtis e Kelly Lee.

No ano seguinte, houve o regresso à comédia musical com "Bye Bye Birdie", do já "cúmplice" George Sidney. Tratava-se de uma adaptação de um êxito da Broadway mas na qual estava já implicito um maior destaque dado à adolescente Ann-Margret. A partir daqui a sua carreira sofreu um notável abrandamento, mais por decisão própria do que imposta. Assim, resolveu dedicar-se às duas filhas e ao recente marido, o corretor da bolsa Robert Brandt, com o qual se manteve casada até ao fim. Ainda em 1963 faz uma comédia "Wives and Lovers" sobre um escritor frustrado, cujo inesperado sucesso vai afetar a sua relação conjugal. No resto dos anos sessenta, setenta e oitenta, Janet Leigh vai sobretudo dedicar-se à televisão aparecendo em inúmeras séries.


Destaque ainda para "The Fog", de John Carpenter, já de 1980, uma obra de terror que vai juntar pela primeira vez mãe e filha, Jamie Lee Curtis. Voltariam a encontrar-se vinte anos depois em "Halloween H20: 20 years later de Steve Miner", uma filme que retoma a carnificina de Michael Myers duas décadas depois.

O seu último trabalho foi "Bad Girls from Valley High", um filme produzido em 2004 e lançado no ano seguinte, ou seja, 2005, após sua morte.

Janet Leigh faleceu aos 77 anos em Beverly Hills. A causa da morte, dizem, foi vasculite, uma doença que contraíra há pouco tempo. Esta foi também uma fase da sua vida na qual escreveu a sua autobiografia "There Really Was a Hollywood", um filme sobre a feitura de "Psycho" intitulado "Behind tyhe Scenes of a Classic Chiller" e ainda um romance, "House of Destiny".

Filmografia

The Romance of Rosy Ridge (1947)
If Winter Comes (1947)
Act of Violence (1948)
Hills of Home (1948)
Words and Music (1948)
Holiday Affair (1949)
Little Women (1949)
The Red Danube (1949)
That Forsyte Woman (1950)
Angels in the Outfield (1951)
Scaramouche (1952)
Just This Once (1952)
Confidentially Connie (1953)
The Naked Spur (1953)
Houdini (1953)
Walking My Baby Back Home (1953)
Prince Valiant (1954)
The Black Shield of Falworth (1954)
Living It Up (1954)
Rogue Cop (1954)
Pete Kelly's Blues (1955)
My Sister Eileen (1955)
Jet Pilot (1957)
Touch of Evil (1958)
The Vikings (1958)
The Perfect Furlough (1959)
Psycho (1960)
Who Was That Lady? (1960)
Pepe (1961)
The Manchurian Candidate (1962)
Bye Bye Birdie (1963)
Wives and Lovers (1963)
Three on a Couch (1966)
Harper (1966)
Kid Rodelo (1966)
Grand Slam (1967)
Hello Down There (1969)
Night of the Lepus (1972)
One Is a Lonely Number (1972)
Columbo: Forgotten Lady (TV) (1975)
Boardwalk (1979)
The Fog (1980)
Psycho II (1983) (flashback)
Terror in the Aisles (1984) (pequena aparição)
Psycho III (1986) (flashback)
Halloween H20: 20 Years Later (1998)
Bad Girls from Valley High (2005 - filmado em 2004)

Fonte: Wikipédia.
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Carole Landis

Carole Landis (Frances Lillian Mary Ridste), atriz americana, nasceu em 01/01/1919 em Fairchild, Wisconsin, e faleceu em 05/07/1948, em Pacific Palisades, Los Angeles, California. Filha de pai norueguês, Alfred Ridste, e mãe polonesa, Clara Stentek Ridste, estreou em espetáculos ainda na fase escolar.

Depois de deixar a escola, em 1934, casou-se com Irving Wheeler. Devido à idade, pois tinha 15 anos, o casamento foi revogado, e os dois se casaram em agosto do mesmo ano. Durante o casamento, ela abandonou as pretensões em ser atriz, e foi vendedora de chapéus, garçonete. Até que, ao mudar-se para San Francisco, começou a cantar em casas noturnas, adotando o nome de Carole Lombard.

Ela se mudou para Hollywood para tentar carreira no cinema, e em 1937, fez sua estréia com um pequeno papel no filme "Nasce Uma Estrela" (A Star Is Born), que foi seguido por outros também sem muita importância em comédias e filmes de faroeste da série B. 

Em 1940, Carole foi contratada pelo produtor e diretor Hal Roach, que lhe deu um papel principal no filme "Um Milhão de Anos antes de Cristo" (One Million BC). O filme, ambientado nos tempos pré-históricos, teve um sucesso sensacional, e também lançou seu parceiro, o ator Victor Mature. Da noite para o dia, ela se tornou uma estrela, admirada por sua beleza marcante e seu glamour natural.

Assinou contrato com a 20th Century Fox e começou uma relação com Darryl F. Zanuck. Interpretou papéis de antagonista de Betty Grable em "Moon Over Miami" and "I Wake Up Screaming", ambos em 1941. Quando Carole terminou seu relacionamento com Zanuck, sua carreira sofreu e ela começou a aparecer novamente em filmes B.

Em 1942 realizou uma longa turnê na Inglaterra e na África do Norte, participando com outras celebridades, incluindo atrizes Kay Francis e Martha Raye, entretendo as tropas americanas comprometidas no front durante a Segunda Guerra Mundial.

Em 1944, ela continuou a contribuir para o esforço de guerra dos Estados Unidos se deslocando para o front no Pacífico Sul, uma turnê com o comediante Jack Benny, e continuou suas performances num ritmo incansável, inclusive adoecendo e quase morrendo de malária.

Seu compromisso e sua simpatia, combinado com a beleza fotogênica, a consagrou entre as pinups mais populares entre os soldados americanos na época. A atriz descreveu sobre essas experiências no front, em vários artigos de jornais e no livro "Four Jills", que foi publicado em 1944.

Após a guerra ele retornou ao cinema. Em 1946 ela obteve o papel principal na comédia "Scandal in Paris" (1946), por Douglas Sirk, onde ela representa como Loretta De Richet, uma dançarina e esposa de um policial.

O declínio de sua carreira começou a minar a fragilidade da atriz, que já sofrera uma série de casamentos fracassados e da dificuldade em obter papéis principais nos filmes. Em 1948 teve um romance com o ator Rex Harrison, na época casado com a atriz Lilli Palmer. Foi um relacionamento conturbado, em que foi perseguida implacavelmente pela imprensa, o que a levou à autodestruição. 

Após a recusa de Harrison de se divorciar de sua esposa, Carole cometeu suicídio tomando secanol, e deixando uma carta emocionante para sua mãe. Era 5 de julho de 1948 e ela tinha apenas 29 anos.

Filmografia

Brass Monkey (1948)
Noose (1948)
Out of the Blue (1947)
It Shouldn't Happen to a Dog (1946)
Scandal in Paris (1946)
Behind Green Lights (1946)
Having Wonderful Crime (1945)
Secret Command (1944)
Four Jills in a Jeep - Quatro moças num jeep (1944)
Wintertime (1943)
The Powers Girl (1943)
Manila Calling (1942)
Orchestra Wives (1942)
It Happened in Flatbush (1942)
My Gal Sal - Minha namorada favorita (1942)
A Gentleman at Heart (1942)
Cadet Girl (1941)
I Wake Up Screaming (1941)
Dance Hall (1941)
Moon Over Miami (1941)
Topper Returns - A volta do fantasma (1941)
Road Show (1941)
Mystery Sea Raider (1940)
Turnabout - A Dança das Sexos (1940)
One Million B.C. - Um Milhão de Anos antes de Cristo (1940)
Reno (1939) 
Cowboys from Texas (1939)
Daredevils of the Red Circle (1939)
Three Texas Steers (1939)
Boy Meets Girl (1938) 
Four's a Crowd - Amando sem saber (1938)
Penrod's Double Trouble (1938) 
When Were You Born (1938) 
Men Are Such Fools (1938) 
Gold Diggers in Paris (1938)
Women Are Like That (1938) 
Over the Wall (1938) 
Love, Honor and Behave (1938) 
A Slight Case of Murder (1938)
Blondes at Work (1938)
The Invisible Menace (1938)
Hollywood Hotel (1937)
The Adventurous Blonde (1937) 
Over the Goal (1937) 
Alcatraz Island (1937) 
Varsity Show (1937) 
Broadway Melody - Melodias da Broadway (1937)
The Emperor's Candlesticks - Os Candelabros do Imperador (1937)
Fly Away Baby (1937) 
A Day at the Races (1937) 
A Star Is Born - Nasce Uma estrela (1937) 
The King and the Chorus Girl (1937)

Fonte: Cinema Clássico; Wikipedia.
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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

A alegre e ruiva Ann Margret

Alegre e ruiva, virou símbolo sexual de hollywood dos anos 60. Sueca, a adolescente Ann Margret cantava com uma banda quando George Burns a descobriu. Estreou nas telas em Dama por um Dia, mas foi sua tórrida aparição como cantora no Oscar de 1962 que a transformou em estrela.

Ann Margret (Ann-Margret Olsson), atriz, cantora e dançarina, nasceu em Valsjobyn, Suécia, em 28/04/1941. Mudou-se muito jovem para os EUA. Ainda adolescente, cantou em uma banda, e em uma de suas apresentações George Burns a viu e logo percebeu que ela tinha muitas possibilidades de sucesso. Foi então que a convidou para atuar em seu espetáculo, na cidade de Las Vegas.

Assim que percebeu o universo de Hollywood, Ann-Margret se sentiu fortemente atraída por este meio artístico, e em pouco tempo já estreava nas telas de cinema interpretando uma personagem inocente no filme “Dama por Um Dia”, a filha da personagem interpretada por Bette Davis.

Murderers' Row (1966)
Na glamourosa cerimônia de entrega da mais importante premiação do cinema, o Oscar, no ano de 1962, Ann-Margret fez uma aparição torrida cujo efeito foi a sua transformação em estrela, quase que imediatamente, o que lhe proporcionou um ótimo contrato de trabalho em uma série contendo seis filmes, estando incluído entre eles o filme “Adeus Amor”, de 1963.

Nas telas de cinema e mesmo fora delas Ann-Margret teve atuações marcantes, foi par de Elvis Presley no filme “Amor a Toda Felicidade”, no ano de 1964.

John Kennedy, em seu último aniversário ainda como presidente dos Estados Unidos, mereceu uma festa na qual Ann-Margret cantou especialmente para ele.

Apesar de sucesso quase que instantâneo, esta bela mulher sofreu com a própria decadência que veio quase tão rápida quanto a fama, mas ela se recuperou trabalhando como dançarina na cidade de Las Vegas.

Muitos anos depois, em 1971, Ann-Margret retorna as telas de cinema com o filme chamado “Ânsia de Amar”, que também foi determinante para lhe trazer de volta o prestígio que havia perdido. No ano de 1975 fez uma atuação bastante insinuante que lhe trouxe admiradores novos.

Em 1984 em “Uma Rua Chamada Pecado”, sua atuação também agradou muito.

The Swinger (1966)

Curiosidades

No ano de 1972 Ann-Margret foi vítima de uma queda grave, quase fatal, em um palco da cidade de Las Vegas. Deste acidente Ann-Margret ficou com lesões múltiplas.

Posteriormente teve problemas envolvendo o alcoolismo, mas apesar de todos os problemas por ela enfrentados, no ano de 1993 ela volta a brilhar no filme “Dois Velhos Rabugentos”, e mesmo aos 50 anos de idade demonstrou a todos o seu forte poder de sedução.

Filmes

Bye Bye Birdie  (1963)
•  A Handful of Beans (2010)
•  All's Faire in Love (2009)
•  The Loss of a Teardrop Diamond (2008)
•  Memory (2006)
•  The Santa Clause 3: The Escape Clause (2006)
•  The Break-Up (2006)
•  Taxi (2004)
•  A Place Called Home (2004)
•  Interstate 60: Episodes of the Road (2002)
•  A Woman's a Helluva Thing (2001)
•  Blonde (2001)
•  The Last Producer (2000)
•  Any Given Sunday (1999)
•  Happy Face Murders (1999)
•  Life of the Party: The Pamela Harriman Story (1998)
•  Blue Rodeo (1996)
•  Seduced by Madness: The Diane Borchardt Story (1996)
•  Grumpier Old Men (1995)
•  Following Her Heart (1994)
•  Nobody's Children (1994)
•  Grumpy Old Men (1993)
•  Newsies (1992)
•  Our Sons (1991)
•  A New Life (1988)
•  A Tiger's Tale (1987)
•  The Two Mrs. Grenvilles (1987)
•  52 Pick-Up (1986)
•  Twice in a Lifetime (1985)
•  A Streetcar Named Desire (1984)
•  Who Will Love My Children? (1983)
•  Lookin' to Get Out (1982)
•  I Ought to Be in Pictures (1982)
•  The Return of the Soldier (1982)
•  Middle Age Crazy (1980)
•  The Villain (1979)
•  Magic (1978)
•  The Cheap Detective (1978)
•  The Last Remake of Beau Geste (1977)
•  Joseph Andrews (1977)
•  Folies bourgeoises (1976)
•  Tommy (1975)
•  The Train Robbers (1973)
•  Un homme est mort (1972)
•  Dames at Sea (1971)
•  Carnal Knowledge - Ânsia de Amar (1971)
•  Swing Out, Sweet Land (1970)
•  C.C. and Company (1970)
•  R.P.M. (1970)
•  Rebus (1969)
•  Sette uomini e un cervello (1968)
•  Il profeta (1968)
•  Il tigre (1967)
•  Murderers' Row (1966)
•  The Swinger (1966)
•  Stagecoach (1966)
•  Made in Paris (1966)
•  The Cincinnati Kid - A mesa do diabo (1965)
•  Once a Thief - A Marca de um erro (1965)
•  Bus Riley's Back in Town (1965)
•  The Pleasure Seekers (1964)
•  Kitten with a Whip (1964)
•  Viva Las Vegas - Amor a toda velocidade (1964)
•  Bye Bye Birdie - Adeus, Amor (1963)
•  State Fair (1962)
•  Pocketful of Miracles - Dama por um dia (1961)

Fontes: Cinema Clássico, NostalgiaBR, CulturaMix.
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